Fonte: Terra
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Asteroide de 33 km passará próximo à Terra na terça-feira
Um dos maiores asteroides que passam próximo à Terra, de cerca de 33 km - segundo informações da Nasa -, estará realizando seu percurso perto do nosso planeta na terça-feira. A passagem do 433 Eros não representa risco e nem poderá ser observada a olho nu, mas é uma oportunidade para astrônomos estudarem um ainda mais o segundo maior asteroide com passagem próxima da Terra - o maior nesta situação de proximidade é o 1036 Ganimedes.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Asteroide do tamanho de um ônibus passa 'raspando' pela Terra
Um asteroide do tamanho de um ônibus - 11 metros de largura - passou 'raspando' pela Terra nesta sexta-feira, de acordo com cientistas da Nasa, a agência espacial americana. Denominado 2012 BX34, o astro passou a 59.044 quilômetros do planeta às 11h30 (horário de Brasília). De acordo com os astrônomos da Nasa, o asteroide não representou nenhum perigo para a Terra: caso tivesse entrado em rota de colisão com a Terra, o corpo celeste teria se desintegrado antes de atingir o solo.
O evento chamou atenção pela proximidade com o planeta. Se a distância entre a Terra e a Lua fosse de apenas um metro, o asteroide teria passado a 17 centímetros daqui. A distância média entre a Terra e o satélite natural é de 386.000 quilômetros. Como o 2012 BX34 é muito pequeno, ele também é difícil de ser detectado, o que explica ter chegado tão perto sem ser 'visto' pelos astrônomos até a última hora.
Para que um asteroide faça um estrago devastador nas imediações da cratera de impacto ele precisaria ter, pelo menos, 140 metros de largura. Para uma catástrofe global seria necessário um astro do tamanho de uma montanha. Em setembro de 2011, a Nasa anunciou que havia identificado 90% dos asteroides desse tipo.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
NASA publica imagem de 64 megapixels da Terra
Gigantesca foto traz detalhes incríveis de nosso planeta.
A imagem acima é apenas uma miniatura da gigantesca foto divulgada recentemente pela NASA, mas, mesmo assim, já impressiona. A fotografia de 64 megapixels foi divulgada no Flickr oficial da agência espacial e, nela, vemos detalhes incríveis dos continentes e do oceano.
Fonte: TecMundo
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Tempestade solar está a caminho da Terra
Uma tempestade solar de grandes proporções está a caminho da Terra e deve atingir o planeta no início da tarde desta terça-feira. A nuvem de partículas carregadas é resultado da maior ejeção de massa coronal do Sol desde 2005, registrada no último domingo.
Embora seja uma preocupação maior para os satélites e astronautas em órbita da Terra, a tempestade também pode afetar as comunicações de aeronaves voando próximas dos polos, além de provocar imensas auroras boreais e austrais, que poderão ser vistas ainda a latitudes menores que o comum. Seus efeitos deverão ser observados pelo menos até esta quarta-feira.
Apesar disso, segundo a Nasa, os seis astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS) não terão que tomar medidas adicionais para se protegerem do fluxo de partículas. De acordo com as previsões, os efeitos da tempestade deverão ser apenas moderados.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
A Terra tem duas luas, dizem astrônomos
Cientistas afirmam em estudo que pequenos asteroides funcionam como satélites temporários.
Quando você olha para o céu à noite, você vê apenas a Lua brilhando em meio às estrelas, certo? Mas alguns astrônomos da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, apontam em um estudo que há outros corpos celestes que se revezam na função de satélite natural – ou seja, como uma segunda lua orbitando em torno do planeta.
De acordo com o Phenomenica, tratam-se de pequenos asteroides de cerca de 1 metro de diâmetro que são capturados pelo campo gravitacional da Terra, mas que estão muito distantes para serem visualizados como a Lua original. O objeto, normalmente branco, foi detectado pela primeira vez em 2006 e considerado um foguete ou cometa passageiro – até que o mesmo grupo voltou a vê-lo nos anos seguintes.
O objetivo dos astrônomos agora é estudar este e outros asteroides que são capturados por nossa gravidade, mas que não são tão significativos e “fiéis” à órbita da Terra quanto a Lua. Em vez de mandar equipes até lá, entretanto, eles devem esperar que essas luas se aproximem mais do planeta, facilitando as expedições espaciais.
Quando você olha para o céu à noite, você vê apenas a Lua brilhando em meio às estrelas, certo? Mas alguns astrônomos da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, apontam em um estudo que há outros corpos celestes que se revezam na função de satélite natural – ou seja, como uma segunda lua orbitando em torno do planeta.
De acordo com o Phenomenica, tratam-se de pequenos asteroides de cerca de 1 metro de diâmetro que são capturados pelo campo gravitacional da Terra, mas que estão muito distantes para serem visualizados como a Lua original. O objeto, normalmente branco, foi detectado pela primeira vez em 2006 e considerado um foguete ou cometa passageiro – até que o mesmo grupo voltou a vê-lo nos anos seguintes.
O objetivo dos astrônomos agora é estudar este e outros asteroides que são capturados por nossa gravidade, mas que não são tão significativos e “fiéis” à órbita da Terra quanto a Lua. Em vez de mandar equipes até lá, entretanto, eles devem esperar que essas luas se aproximem mais do planeta, facilitando as expedições espaciais.
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