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quarta-feira, 28 de março de 2012

Microsoft revela planos para acelerar a velocidade da web

A Microsoft divulgou suas propostas para aumentar a velocidade do acesso à Internet por meio de algumas mudanças no atual protocolo HTTP. O novo padrão, se aprovado, deverá ser chamado de HTTP 2.0. A tecnologia Speed+Mobility foi coincidentemente anunciada nesta semana, quando ocorrerá uma discussão sobre o futuro da internet no IETF, comunidade responsável por padronizar tecnologias e protocolos relacionados à web.
De acordo com Jean Paoli, diretor geral de estratégias de interoperabilidade da Microsoft, o HTTP Speed+Mobility é baseado nas ideias do SPDY, do Google, mas também melhora a experiência do usuário mobile. O SPDY é um protocolo experimental utilizado principalmente no navegador Google Chrome para se comunicar com maior agilidade aos principais serviços da gigante de Mountain View, como o buscador, o Docs e o Gmail.
A tecnologia da Microsoft possibilita menor gasto de energia, item importante principalmente em smartphones e tablets, que possuem autonomia limitada. Além disso, com novas técnicas que envolvem compressão, melhor gerenciamento de múltiplas conexões e priorização de dados, também será possível consumir menos dados e acelerar o carregamento quando o usuário estiver em uma rede lenta, como a EDGE.
Ainda não se sabe quando a nova versão do protocolo HTTP será implantada em larga escala, mas o IETF deverá decidir os rumos da Internet ainda nesta semana.
Fonte: Techtudo

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Um robô poderia recusar uma ordem humana, caso estivesse certo?

A convite de empresa de tecnologia da CIA, filósofo refletiu sobre alguns dilemas robóticos.

O futuro é meio nebuloso quando pensamos em robôs. Olhar eles subindo escadas no Japão é tudo muito bonito, mas até que ponto eles vão se tornar inteligentes? Já fomos aterrorizados o suficiente com o Exterminador do Futuro e a Skynet, e as questões que extrapolam as famosas três leis da robótica são sérias e precisam ser debatidas.
A In-Q-Tel, braço de tecnologia da CIA, a central de inteligência americana, pediu recentemente para o filósofo Patrick Lin, uma reflexão sobre o valor do uso dos drones (veículos autônomos) na guerra para vigilância e ataques direcionados. A enorme entrevista foi publicada no site The Atlantic.

Em sua publicação, Lin investiga como os robôs podem mudar a face da guerra, quer através de interrogatórios imparciais, ou passando-se por insetos para coletar informações. Segundo ele, a cada nova tecnologia, existe um dilema moral.

Questões importantes foram levantadas: um robô suficientemente inteligente poderia recusar uma ordem, se possuísse informações mais corretas que seu operador humano? Robôs poderiam interrogar ou até torturar suspeitos? Os nanobots (robôs microscópicos) poderiam representar um risco inaceitável para civis que os inalassem acidentalmente? São questões relevantes na questão de tecnologia e moralidade.
Fonte: Tecmundo